Boletim n.º 2 divulgado nesta ultima sexta-feira (31) é resultado do trabalho conjunto entre o INMET, INPE, ANA, CEMADEN, SGB, SEDEC e CENSIPAM
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) divulgaram nesta ultima sexta-feira (31), o Boletim nº 2 com o objetivo de apresentar o monitoramento, previsões e os possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2026.
De acordo com o documento, as projeções climáticas indicam a manutenção e a intensificação do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026, com elevada probabilidade de que o evento atinja intensidade muito forte entre a primavera e o início do verão. Esse cenário aumenta a probabilidade de ocorrência de impactos hidrometeorológicos em diferentes regiões do Brasil, cuja intensidade e distribuição dependerão da evolução das condições atmosféricas e oceânicas.
Diante desse cenário, recomenda-se o acompanhamento contínuo das condições meteorológicas, hidrológicas e geológicas, bem como das previsões, avisos e alertas emitidos pelos órgãos oficiais. À população, orienta-se manter atualizado o cadastro para recebimento dos alertas da Defesa Civil, conhecer as áreas de risco e as rotas de fuga de sua localidade e adotar as medidas de autoproteção sempre que houver previsão ou ocorrência de eventos adversos.
As instituições participantes deste boletim continuarão realizando o monitoramento das condições associadas ao El Niño e disponibilizando atualizações periódicas das informações técnicas e das previsões, de forma a subsidiar ações de prevenção, preparação e gestão de riscos.
Texto: INMET
Foto: Pexels


