Safra 2026/2027: especialistas apontam que manejo contra doenças e nematoides na soja deve iniciar antes do plantio

À medida que o agronegócio brasileiro inicia o planejamento e os preparativos para o plantio da safra de soja na safra 2026/2027, o manejo preventivo ganha protagonismo no radar dos produtores. Análises da Consultoria Agro do Itaú BBA apontam uma produção recorde para o Brasil, estimada em 182,4 milhões de toneladas de soja no ciclo 2026/27. Mas em um cenário de margens desafiadoras, a busca pela eficiência é fundamental para alavancar a lavoura e alcançar marcas de produtividade tão elevadas como as esperadas.

Especialistas apontam que as ameaças invisíveis do solo, como os nematoides e as doenças iniciais, estão entre os maiores gargalos da produtividade nacional. De acordo com dados consolidados pela Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN) em parceria com a Syngenta e a Agroconsult, o prejuízo pode chegar a R$ 870 bilhões em menos de 10 anos pela doença. Até o momento, já existe uma perda de R$ 65 bilhões por causa da doença em lavouras de soja. Isso significa que, a cada 10 safras, uma inteira é perdida para os nematoides. Além deles, as doenças de solo, que causam podridões radiculares e tombamento de plantas, também podem comprometer severamente o desenvolvimento da lavoura.

Para mitigar esses riscos, o tratamento de sementes se destaca como uma ferramenta fundamental, principalmente com ingredientes inovadores. É nesse contexto que a Syngenta introduziu no mercado brasileiro a tecnologia VICTRATO®, uma solução baseada na molécula exclusiva TYMIRIUM® technology. A solução oferece uma proteção incomparável, de amplo espectro, contra doenças iniciais e todos os tipos de nematoides logo nos primeiros dias de desenvolvimento, além de ser sustentável para a saúde do solo, mantendo a atividade microbiológica e contribuindo para a sustentabilidade da lavoura.

Segundo Carlos Tonet, Gerente de Marketing de Seedcare da Syngenta Proteção de Cultivos no Brasil, o planejamento estratégico pré-plantio pode ser decisivo para o resultado da colheita. “O estabelecimento uniforme e vigoroso da lavoura de soja nos primeiros 30 dias é o que determina o teto produtivo de toda a safra. O produtor não pode remediar um problema que começa embaixo da terra e reverbera acima do solo”, explica. “Quando os sintomas de nematoides ou de podridões radiculares aparecem na parte aérea, o potencial de produtividade já foi afetado. Levar a inovação de VICTRATO® para o tratamento de sementes é dar ao agricultor a segurança de que sua lavoura nascerá protegida”, destaca Tonet.

O manejo integrado, que combina rotação de culturas, escolha de variedades resistentes e tratamento de sementes, tem se provado o investimento de maior retorno sobre o capital para o produtor rural. “Proteger o sistema radicular significa ter plantas mais resilientes a estresses hídricos, com mais vigor e performance”, conclui o especialista da Syngenta.

Conheça mais sobre a solução no site da Syngenta.

Texto e foto: Ascom Syngenta

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