{"id":4989,"date":"2025-12-15T11:25:39","date_gmt":"2025-12-15T14:25:39","guid":{"rendered":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=4989"},"modified":"2025-12-15T11:28:14","modified_gmt":"2025-12-15T14:28:14","slug":"colheita-do-trigo-e-finalizada-no-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=4989","title":{"rendered":"Colheita do trigo \u00e9 finalizada no RS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><em>A \u00e1rea cultivada de trigo no Estado est\u00e1 estimada em 1.154.284 hectares. A produ\u00e7\u00e3o deve alcan\u00e7ar 3.437.785 toneladas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A colheita do trigo no Rio Grande do Sul est\u00e1 em finaliza\u00e7\u00e3o, restando apenas 1% por colher nas \u00e1reas localizadas em altitudes elevadas do Planalto e dos Campos de Cima da Serra, onde o ciclo se alongou, em raz\u00e3o do maior per\u00edodo vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater\/RS-Ascar na \u00faltima quinta-feira (11), na regi\u00e3o de Caxias do Sul a colheita do trigo avan\u00e7ou, em decorr\u00eancia dos aproximados 20 dias sem precipita\u00e7\u00f5es, e atinge 80% da \u00e1rea cultivada. A produtividade m\u00e9dia regional est\u00e1 elevada, pr\u00f3xima a 3.800 kg\/ha, com PH geralmente acima de 80 kg\/hl. As melhores lavouras alcan\u00e7aram 6.000 kg\/ha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A \u00e1rea cultivada de trigo no Estado est\u00e1 estimada em 1.154.284 hectares. A produ\u00e7\u00e3o deve alcan\u00e7ar 3.437.785 toneladas. A produtividade m\u00e9dia final, estimada pela Emater\/RS-Ascar, \u00e9 de 3.012 kg\/ha, valor semelhante \u00e0 proje\u00e7\u00e3o inicial, realizada no per\u00edodo de semeadura (2.997 kg\/ha), e inferior \u00e0 estimativa intermedi\u00e1ria de outubro (3.261 kg\/ha), quando as lavouras apresentavam melhor potencial produtivo. A redu\u00e7\u00e3o final se deve principalmente \u00e0s chuvas ocorridas na transi\u00e7\u00e3o de outubro para novembro, que coincidiram com o avan\u00e7o da colheita em parte do Estado e provocaram perdas de massa e de qualidade dos gr\u00e3os. Al\u00e9m disso, os efeitos da maior incid\u00eancia de doen\u00e7as f\u00fangicas, especialmente giberela, que atingiu parte das espigas, reduziu o volume efetivamente colhido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No Estado, houve diferen\u00e7as significativas nas produtividades do trigo em decorr\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e dos n\u00edveis de investimento tecnol\u00f3gico, resultando em faixas distintas de rendimento. As zonas de maior rendimento, situadas acima de 3.500 kg\/ha, abrangem as regi\u00f5es administrativas da Emater\/RS-Ascar de Caxias do Sul, Passo Fundo e Erechim, onde as caracter\u00edsticas ambientais locais e o manejo com maior uso de insumos permitiram preservar o potencial produtivo. Na faixa intermedi\u00e1ria, entre 2.700 kg\/ha e 3.300 kg\/ha, est\u00e3o as de Frederico Westphalen, Iju\u00ed, Lajeado, Pelotas, Santa Maria, Santa Rosa e Soledade, que registraram produtividade satisfat\u00f3ria, mas maior variabilidade em fun\u00e7\u00e3o da interfer\u00eancia moderada das chuvas e do manejo fitossanit\u00e1rio. J\u00e1 a faixa de menor produtividade, abaixo de 2.500 kg\/ha, inclu\u00ed as regi\u00f5es de Bag\u00e9 e Porto Alegre, sendo a primeira mais afetada pela instabilidade clim\u00e1tica, especialmente na Fronteira Oeste e a metropolitana, tradicionalmente por menores investimentos em insumos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em termos qualitativos, os gr\u00e3os apresentam adequada classifica\u00e7\u00e3o industrial, sobretudo em \u00e1reas conduzidas com maior n\u00edvel tecnol\u00f3gico, em que o peso hectolitro (PH) ficou frequentemente acima de 78 kg\/hl e, em diversos casos, superaram 80 kg\/hl. Entretanto, nas \u00e1reas de menor investimento tecnol\u00f3gico, registrou-se qualidade satisfat\u00f3ria: grande parte da produ\u00e7\u00e3o apresentou PH 78, e em alguns casos pr\u00f3ximo a 76.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Aveia-branca<\/strong> &#8211; A colheita foi conclu\u00edda no Estado. O desempenho da safra manteve-se pr\u00f3ximo ao esperado. A qualidade f\u00edsica dos gr\u00e3os \u00e9 elevada, com PH dentro dos padr\u00f5es. Houve apenas perdas localizadas por excesso de chuva na implanta\u00e7\u00e3o ou por geadas em lavouras mais precoces. Parte expressiva da produ\u00e7\u00e3o permanece estocada nas propriedades e ser\u00e1 utilizada para alimenta\u00e7\u00e3o animal. A \u00e1rea de aveia-branca foi projetada pela Emater\/RS-Ascar \u00e9 de 398.885 hectares, e a produtividade final, de 2.404 kg\/ha, totalizando 958.938 toneladas produzidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Canola<\/strong> &#8211; A colheita da canola est\u00e1 conclu\u00edda no Estado. A produtividade m\u00e9dia final est\u00e1 estimada em 1.644 kg\/ha, apresentando leve redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s expectativas iniciais em fun\u00e7\u00e3o de falhas de estande e dos processos erosivos decorrentes de eventos clim\u00e1ticos adversos durante o estabelecimento das lavouras. A \u00e1rea cultivada totalizou 176.076 hectares, segundo levantamento realizado pela Emater\/RS-Ascar, e a produ\u00e7\u00e3o, 289.445 toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Cevada<\/strong> &#8211; A colheita da cevada se encontra tecnicamente conclu\u00edda no Estado, restando apenas \u00e1reas pontuais nos Campos de Cima da Serra, que somam cerca de 300 hectares, mas n\u00e3o alteram estatisticamente os resultados. Os rendimentos da Safra 2025 foram adequados em produtividade e em qualidade industrial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo a Ger\u00eancia de Classifica\u00e7\u00e3o e Certifica\u00e7\u00e3o (GCC) da Emater\/RS-Ascar, os gr\u00e3os apresentam calibre elevado, capacidade de germina\u00e7\u00e3o exigida e baixa incid\u00eancia de defeitos de origem microbiana (DOM). A concentra\u00e7\u00e3o proteica situou-se abaixo do ideal, o que \u00e9 esperado em cen\u00e1rios de elevada produtividade e de adequada disponibilidade h\u00eddrica ao longo do ciclo. De modo geral, a qualidade obtida atende \u00e0s especifica\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria cervejeira. A Emater\/RS-Ascar estima \u00e1rea cultivada em 33.513 hectares e produtividade final em 3.486 kg\/ha, desempenho considerado superior ao registrado nas demais culturas de inverno, ainda que a \u00e1rea implantada seja pouco expressiva. A produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 estimada em 110.207 toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CULTURAS DE VER\u00c3O<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Soja<\/strong> &#8211; A semeadura da soja foi dificultada at\u00e9 7\/12 em fun\u00e7\u00e3o da acentuada restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica no solo. O predom\u00ednio de temperaturas elevadas, a baixa umidade e a irregularidade das precipita\u00e7\u00f5es abreviaram os trabalhos de campo e prejudicaram o estabelecimento das \u00e1reas implantadas de forma tardia, especialmente aquelas conduzidas em condi\u00e7\u00f5es de solo seco. A \u00e1rea plantada totaliza 76% da projetada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As lavouras de soja est\u00e3o em desenvolvimento vegetativo. Nas \u00e1reas semeadas at\u00e9 15\/11, o estande est\u00e1 satisfat\u00f3rio, assim como o desenvolvimento, que ainda n\u00e3o expressa estresse h\u00eddrico severo devido ao baixo \u00edndice foliar, t\u00edpico da fase inicial. Entretanto, nas lavouras implantadas posteriormente, a emerg\u00eancia est\u00e1 desuniforme, com sementes em diferentes est\u00e1gios fisiol\u00f3gicos no mesmo talh\u00e3o, situa\u00e7\u00e3o que tende a aumentar a variabilidade intralavoura. No per\u00edodo, os produtores que disp\u00f5em de irriga\u00e7\u00e3o suplementar acionaram os sistemas, reduzindo riscos de perdas iniciais. Para a Safra 2025\/2026 no Rio Grande do Sul, a proje\u00e7\u00e3o da Emater\/RS-Ascar indica o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade m\u00e9dia de 3.180 kg\/ha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Milho<\/strong> &#8211; A \u00e1rea semeada permanece em 89%, em raz\u00e3o da persistente escassez de chuvas, por tr\u00eas semanas at\u00e9 o \u00faltimo domingo (07\/12). A onda de calor intensificou a evapotranspira\u00e7\u00e3o e reduziu a umidade do solo. O estresse h\u00eddrico atingiu lavouras em todas as fases, com efeito mais marcante nas \u00e1reas em est\u00e1dio reprodutivo (60%), per\u00edodo considerado cr\u00edtico para a defini\u00e7\u00e3o de produtividade. Nessas \u00e1reas, h\u00e1 perdas no potencial produtivo e na qualidade. Por\u00e9m, a magnitude das perdas varia conforme a regi\u00e3o, as condi\u00e7\u00f5es de solo e o material gen\u00e9tico utilizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Nas lavouras de milho irrigadas, o desenvolvimento da cultura est\u00e1 excelente, favorecido pelas temperaturas noturnas, indicando potencial produtivo acima da m\u00e9dia. Em \u00e1reas de sequeiro, observa-se porte irregular das plantas, associado \u00e0 competi\u00e7\u00e3o com azev\u00e9m e \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas recentes. As lavouras de ciclo hiperprecoce iniciam a fase de matura\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica. A Emater\/RS-Ascar estima o cultivo de 785.030 hectares e produtividade de 7.370 kg\/ha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Arroz<\/strong> &#8211; A semeadura se aproxima do encerramento, favorecida pelo intervalo prolongado de dias ensolarados e pela boa disponibilidade h\u00eddrica nos principais sistemas de irriga\u00e7\u00e3o. Resta parcela pr\u00f3xima a 5% da \u00e1rea para conclus\u00e3o, mas, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es ed\u00e1ficas, a finaliza\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o est\u00e1 sujeita a outros fatores, como a redu\u00e7\u00e3o do potencial produtivo das semeaduras tardias e o desest\u00edmulo econ\u00f4mico decorrente dos pre\u00e7os do gr\u00e3o, que podem condicionar a execu\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas remanescentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As lavouras de arroz implantadas no in\u00edcio do per\u00edodo recomendado apresentam estabelecimento uniforme e desenvolvimento vegetativo compat\u00edvel com o esperado. As mais antigas iniciaram o florescimento, mas o \u00edndice est\u00e1 inferior a 1%. Foram efetuados manejos de irriga\u00e7\u00e3o, aplica\u00e7\u00e3o de herbicidas e aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada em cobertura. Em \u00e1reas semeadas recentemente, especialmente aquelas implantadas em novembro, observam-se falhas de estande associadas ao d\u00e9ficit de precipita\u00e7\u00e3o, ocorrido nas tr\u00eas \u00faltimas semanas. De modo geral, o quadro \u00e9 de evolu\u00e7\u00e3o normal da cultura. A \u00e1rea a ser cultivada est\u00e1 estimada pelo Instituto Riograndense do Arroz (Irga) em 920.081 hectares. A produtividade, em 8.752 kg\/ha, segundo a Emater\/RS-Ascar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Feij\u00e3o 1\u00aa safra<\/strong> &#8211; A semeadura permanece em torno de 60% da \u00e1rea esperada. A expans\u00e3o do plantio prevista para o in\u00edcio de dezembro nos Campos de Cima da Serra foi adiada para depois da ocorr\u00eancia de chuvas. A cultura se encontra 51% em crescimento vegetativo; 19% em flora\u00e7\u00e3o; 17% em enchimento de gr\u00e3os; 9% em matura\u00e7\u00e3o; e 4% foi colhido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em geral, as lavouras de feij\u00e3o apresentam avan\u00e7o vegetativo e reprodutivo adequado, mas o estresse h\u00eddrico ocasionou perdas de produtividade em algumas regi\u00f5es, onde a combina\u00e7\u00e3o de solo seco e ondas de calor consecutivas desacelerou o desenvolvimento das plantas, provocou abortamento de flores e limitou o pegamento de vagens. A Emater\/RS-Ascar projetou \u00e1rea de 26.096 hectares e produtividade m\u00e9dia de 1.779 kg\/ha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">PASTAGENS E CRIA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As pastagens anuais e as perenes apresentam forte desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento vegetativo e na rebrota, devido \u00e0 combina\u00e7\u00e3o das altas temperaturas e \u00e0 aus\u00eancia prolongada de chuvas, o que reduziu de forma significativa a oferta de massa verde. O estresse h\u00eddrico tem causado sintomas evidentes em todas as regi\u00f5es, como murchamento severo das \u00e1reas de capim-sud\u00e3o e de milheto durante grande parte do dia, diminuindo sua palatabilidade. Os efeitos da falta de umidade s\u00e3o mais intensos em \u00e1reas de solos rasos, pedregosos ou arenosos. Nessas condi\u00e7\u00f5es, aumenta a press\u00e3o de pastejo sobre as \u00e1reas de v\u00e1rzea, potencializando riscos de compacta\u00e7\u00e3o e reduzindo a capacidade de reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua desses ambientes, o que amplia os impactos da estiagem sobre o manejo dos rebanhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>APICULTURA<\/strong> &#8211; A atividade est\u00e1 em ritmo intenso. A aus\u00eancia de chuvas no per\u00edodo favoreceu a perman\u00eancia prolongada das abelhas campeiras a campo, ampliando o fluxo de n\u00e9ctar e elevando o volume de mel armazenado nas colmeias. Observa-se aumento significativo na popula\u00e7\u00e3o interna e forte atividade forrageira, resultando em perspectivas otimistas para a colheita desta safra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, os apicultores relatam baixa efici\u00eancia na captura de novos enxames. Apesar disso, nos api\u00e1rios j\u00e1 estabelecidos, observou-se popula\u00e7\u00e3o elevada nas colmeias e ac\u00famulo expressivo de mel nas melgueiras, indicando que a produ\u00e7\u00e3o nas colmeias ativas segue em ritmo acelerado. Na regi\u00e3o de Lajeado, a maioria das colmeias apresentou ac\u00famulo satisfat\u00f3rio de mel nas melgueiras, com registro de enxamea\u00e7\u00f5es em diferentes munic\u00edpios. Foram relatados casos pontuais de mortalidade de abelhas em algumas propriedades da regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>MELIPONICULTURA<\/strong> &#8211; Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Lajeado, a meliponicultura segue em expans\u00e3o no Vale do Taquari. Na de Porto Alegre, as multiplica\u00e7\u00f5es e as divis\u00f5es dos enxames evolu\u00edram de forma apropriada no per\u00edodo. H\u00e1 intensa revis\u00e3o das iscas instaladas, com verifica\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica das capturas. Cresce tamb\u00e9m a preocupa\u00e7\u00e3o com a presen\u00e7a de for\u00eddeos, considerando o aumento dos relatos dessa praga na regi\u00e3o ao longo do ano. Na regi\u00e3o de Santa Rosa, a colheita est\u00e1 em andamento, e tem se mostrado uma das melhores nos \u00faltimos oito anos. A demanda pelos m\u00e9is das abelhas sem ferr\u00e3o (ASF) est\u00e1 elevada, e a comercializa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o varia entre R$ 80,00 e R$ 100,00\/kg.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Assessoria de Imprensa da Emater\/RS-Ascar\u202f<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u00e1rea cultivada de trigo no Estado est\u00e1 estimada em 1.154.284 hectares. 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