{"id":4882,"date":"2025-12-02T15:53:52","date_gmt":"2025-12-02T18:53:52","guid":{"rendered":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=4882"},"modified":"2025-12-02T15:53:52","modified_gmt":"2025-12-02T18:53:52","slug":"cultura-do-alho-ganha-zoneamento-de-risco-climatico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=4882","title":{"rendered":"Cultura do alho ganha zoneamento de risco clim\u00e1tico"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">O alho \u00e9 a mais nova hortali\u00e7a contemplada pelo Programa Nacional de Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico (<\/span><span dir=\"auto\">Zarc<\/span><span dir=\"auto\">). Essa ferramenta estabelece regi\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e \u00e9pocas de plantio mais desenvolvidas para o cultivo no territ\u00f3rio brasileiro, com base nas probabilidades ou risco de perda de produ\u00e7\u00e3o causado por eventos meteorol\u00f3gicos adversos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">O zoneamento funciona como um instrumento de gest\u00e3o de risco clim\u00e1tico e, no caso do alho, abrange as regi\u00f5es tropicais e subtropicais do Pa\u00eds, com o objetivo de orientar produtores, agentes financeiros e supervisores. A implanta\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra fora dos per\u00edodos indicados est\u00e1 sujeita a elevada probabilidade de perdas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">As portarias foram publicadas pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Mapa<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0), no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">DOU<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0) no dia 25 de novembro de 2025. Os estudos foram elaborados por pesquisadores da\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Embrapa Hortali\u00e7as<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0(DF), em conjunto com associa\u00e7\u00f5es de produtores e institui\u00e7\u00f5es de ensino e de pesquisa agropecu\u00e1ria. Confira abaixo os links para as portarias do Zarc do alho nobre (regi\u00e3o subtropical de cultivo e regi\u00e3o tropical de cultivo).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-spa\/mapa-n-454-de-21-de-novembro-de-2025-670735847\"><span dir=\"auto\">Portaria SPA\/MAPA N\u00ba 454: ZARC para a cultura do alho &#8211; clima tropical<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-spa\/mapa-n-455-de-21-de-novembro-de-2025-670743686\"><span dir=\"auto\">Portaria SPA\/MAPA N\u00ba 455: ZARC para a cultura do alho &#8211; clima subtropical<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">O objetivo do zoneamento para a cultura do alho foi identificar as \u00e1reas de menor risco clim\u00e1tico e definir os melhores per\u00edodos de plantio no Brasil, reduzindo perdas de produ\u00e7\u00e3o e obtendo melhores rendimentos. O pesquisador\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Marcos Braga<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0, respons\u00e1vel t\u00e9cnico pelos estudos, assinalou que o Zarc avalia exclusivamente riscos agroclim\u00e1ticos, portanto, parte-se do pressuposto de que todas as outras necessidades da cultura ser\u00e3o atendidas com um manejo agron\u00f4mico adequado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-spa\/mapa-n-454-de-21-de-novembro-de-2025-670735847\"><span dir=\"auto\">Portaria SPA\/MAPA N\u00ba 454: ZARC para a cultura do alho &#8211; clima tropical<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/portaria-spa\/mapa-n-455-de-21-de-novembro-de-2025-670743686\"><span dir=\"auto\">Portaria SPA\/MAPA N\u00ba 455: ZARC para a cultura do alho &#8211; clima subtropical<\/span><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">O objetivo do zoneamento para a cultura do alho foi identificar as \u00e1reas de menor risco clim\u00e1tico e definir os melhores per\u00edodos de plantio no Brasil, reduzindo perdas de produ\u00e7\u00e3o e obtendo melhores rendimentos. O pesquisador\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Marcos Braga<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0, respons\u00e1vel t\u00e9cnico pelos estudos, assinalou que o Zarc avalia exclusivamente riscos agroclim\u00e1ticos, portanto, parte-se do pressuposto de que todas as outras necessidades da cultura ser\u00e3o atendidas com um manejo agron\u00f4mico adequado.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><strong><span dir=\"auto\">Olho em climas tropicais e subtropicais<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Os estudos consideram cultivares de alho nobre, que representam a maior parte da produ\u00e7\u00e3o nacional que chega aos mercados, pois alcan\u00e7am maior valor comercial e atendem melhor \u00e0 exig\u00eancia do consumidor em termos de qualidade de bulbo. A opini\u00e3o do pesquisador\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Francisco Vilela<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0, membro da equipe Zarc Alho, a subdivis\u00e3o do zoneamento em duas regi\u00f5es, em fun\u00e7\u00e3o do clima tropical ou subtropical, \u00e9 o aspecto mais relevante porque, apesar das variedades serem as mesmas, as \u00e9pocas de plantio e os sistemas de produ\u00e7\u00e3o apresentam diferen\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">No Zarc, as cultivares de alho foram cl\u00e1ssicas em dois grupos para cultivo em regi\u00e3o com clima tropical e em tr\u00eas grupos em regi\u00f5es subtropicais, conforme a \u00e9poca de plantio e a dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do ciclo da cultura e das fases de interesse para avalia\u00e7\u00e3o de riscos. \u201cNo cultivo do alho \u00e9 fundamental utilizar somente cultivares testadas e recomendadas para cada local e \u00e9poca, baseando-se sempre na orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural e de empresas habilitadas na \u00e1rea\u201d, recomenda Braga.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><strong><span dir=\"auto\">Principais riscos clim\u00e1ticos para o alho<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Como o alho \u00e9 uma esp\u00e9cie origin\u00e1ria do continente asi\u00e1tico, em regi\u00f5es de clima frio, para a cultura ter um bom desenvolvimento e alta produtividade nas condi\u00e7\u00f5es brasileiras s\u00e3o permitidas algumas condi\u00e7\u00f5es ideais de temperatura e fotoper\u00edodo &#8211; referentes ao n\u00famero de horas de luz por dia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">As cultivares de alho nobre s\u00e3o origin\u00e1rias do sul do Brasil e exigem mais de 13 horas di\u00e1rias de luz e temperaturas m\u00e9dias di\u00e1rias mais baixas, entre 13 e 18\u00baC, para forma\u00e7\u00e3o de bulbos gra\u00fados e com valor comercial. Cultivares mais precoces respondem ao est\u00edmulo de dias mais curtos, enquanto materiais tardios, como os alhos nobres, dependem de dias mais longos para conseguir formar bulbos. \u201cQuando o n\u00famero de horas de luz fica abaixo do m\u00ednimo exigido pela cultivar ocorre somente o crescimento vegetativo da planta\u201d, explica Braga.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temperatura, o alho exige temperaturas amenas (18\u00ba a 20\u00baC) na fase inicial do ciclo, temperaturas mais baixas (10\u00ba a 15\u00baC) durante as fases vegetativa e de bulbifica\u00e7\u00e3o, e temperaturas mais elevadas (20\u00ba a 25\u00baC) no per\u00edodo de matura\u00e7\u00e3o. Segundo o pesquisador, o ac\u00famulo de horas de frio \u00e9 fundamental para a resposta do alho ao fotoper\u00edodo, resultando em boa forma\u00e7\u00e3o dos bulbos e produtividade do trabalho.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Assim, em condi\u00e7\u00f5es subtropicais, a temperatura m\u00e9dia deve ser inferior a 14\u00baC e a temperatura m\u00e1xima n\u00e3o pode ultrapassar 31\u00baC no per\u00edodo que se estende do plantio at\u00e9 o in\u00edcio da bulbifica\u00e7\u00e3o das plantas. J\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es tropicais, por exemplo, o Zarc determinou que a temperatura m\u00e9dia n\u00e3o pode ser superior a 12\u00baC nem a m\u00e1xima acima de 32\u00baC.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Outro exemplo de an\u00e1lise realizada no zoneamento que difere em fun\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es de cultivo \u00e9 a altitude, a qual afeta a produ\u00e7\u00e3o de alho nobre em produtividade e qualidade. Em regi\u00f5es subtropicais, a altitude m\u00ednima para estabelecer os cultivos deve ser superior a 600 metros, enquanto em locais tropicais tem que ser superior a 750 metros.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><strong><span dir=\"auto\">A pr\u00e1tica da vernaliza\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">\u00c9 indispens\u00e1vel que o alho nobre passe pelo processo de vernaliza\u00e7\u00e3o, tratamento de frio do alho-semente pr\u00e9-plantio, antes da implanta\u00e7\u00e3o da lavoura para garantir uma boa produ\u00e7\u00e3o independentemente das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas futuras. O pesquisador Francisco Vilela explica que a vernaliza\u00e7\u00e3o dos bulbos \u00e9 capaz de tornar uma planta menos exigente em fotoper\u00edodo e em temperaturas baixas, permitindo a forma\u00e7\u00e3o de bulbos em locais que n\u00e3o possuem as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adequadas para determinada cultivar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">&#8220;O processo de vernaliza\u00e7\u00e3o do alho-semente em c\u00e2mara frigor\u00edfica ocorre em faixas de temperaturas positivas entre 3\u00baC a 5\u00baC ou negativas entre -1 a -3\u00baC e umidade relativa do ar de 65 a 70%, dependendo do sistema de produ\u00e7\u00e3o adotado e n\u00edveis de produtividade almejados pelo produtor. Essa t\u00e9cnica permitiu ampliar as regi\u00f5es e as \u00e9pocas de plantio das cultivares de alho nobre, restritas ao Sul do Brasil&#8221;, esclarece o pesquisador. Ele conta que hoje as cultivares de alho nobre foram plantadas, com vernaliza\u00e7\u00e3o, desde o centro-norte do Paran\u00e1, Mato Grosso do Sul, S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Goi\u00e1s e regi\u00f5es de altitude do norte da Bahia e da Chapada Diamantina.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Vilela pontua ainda que a vernaliza\u00e7\u00e3o do alho-semente antes do plantio \u00e9 uma exig\u00eancia nas \u00e1reas de clima tropical. J\u00e1 nas regi\u00f5es subtropicais, como o Sul do Pa\u00eds, a pr\u00e1tica pode ser dispens\u00e1vel, muito embora tenha sido feita por seguran\u00e7a em fun\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. &#8220;Essas varia\u00e7\u00f5es das formas de produ\u00e7\u00e3o do alho s\u00e3o peculiares do Brasil. Em outros pa\u00edses, o processo \u00e9 muito mais homog\u00eaneo&#8221;, observa o pesquisador.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><strong><span dir=\"auto\">Disponibilidade de \u00e1gua<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Com um sistema radicular superficial, o alho \u00e9 uma planta bastante sens\u00edvel \u00e0 falta de \u00e1gua. Contudo, a transpar\u00eancia em excesso tamb\u00e9m pode prejudicar a produtividade e a qualidade dessa hortali\u00e7a, notadamente em solos com problemas de drenagem. Assim, irrigar no momento correto e na quantidade adequada \u00e9 decisivo para a obten\u00e7\u00e3o de altas produtividades e qualidade do produto.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade h\u00eddrica da cultura, estima-se que varie de 400 a 850 mil\u00edmetros (mm), dependendo das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e do ciclo de produ\u00e7\u00e3o. Isso implica na demanda de 300 a 1.000 litros de \u00e1gua para que se produza um quilograma de alho. Portanto, como se trata de uma cultura muito exigente em \u00e1gua durante o seu ciclo produtivo, os cultivos comerciais s\u00e3o irrigados, principalmente com sistemas por aspers\u00e3o, sejam convencionais ou mecanizados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">&#8220;Mesmo nas regi\u00f5es subtropicais do Pa\u00eds, alguns poucos locais suportariam o cultivo dependente de chuvas, por\u00e9m com baixa janela de plantio e alto grau de risco de perdas. Assim, para todo o Brasil, foi considerado somente o cultivo do alho em sistema de produ\u00e7\u00e3o irrigado&#8221;, assinala Braga.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><strong><span dir=\"auto\">Cultivo de alho no Brasil<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">At\u00e9 a d\u00e9cada de 1990, o cultivo do alho no Brasil era pouco desenvolvido e com baixa especializa\u00e7\u00e3o para o mercado, voltado mais para consumo pr\u00f3prio ou para vendas em feiras urbanas, com baixa produtividade e qualidade. A pesquisa agr\u00edcola e o uso de tecnologias relacionadas, como o \u201calho-semente livre de v\u00edrus\u201d, permitiu ao pa\u00eds contar com produtores especializados que atendem cerca de 70% da demanda de consumo nacional.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">A produ\u00e7\u00e3o nacional hoje \u00e9 de 173 mil toneladas, com uma produtividade m\u00e9dia de 13 toneladas por hectare (t\/ha), sendo que os estados de Minas Gerais, Goi\u00e1s, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Distrito Federal alcan\u00e7aram 94% dessa produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">O pesquisador Francisco Vilela chama a aten\u00e7\u00e3o para o alho comum produzido na agricultura familiar que n\u00e3o est\u00e1 enquadrado no zoneamento, pois a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 pouco representativa no volume nacional, embora com um n\u00famero significativo de fam\u00edlias dependendo desse tipo de cultivo. \u201cNesses casos, as institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e assist\u00eancia t\u00e9cnica continuar\u00e3o emitindo notas t\u00e9cnicas quando a produ\u00e7\u00e3o familiar necessitar de cr\u00e9dito agr\u00edcola\u201d, elucida.<\/span><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify\"><strong><span dir=\"auto\">Outros riscos associados ao alho<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span dir=\"auto\">O cultivo do alho em \u00e1reas onde j\u00e1 foi identificada a ocorr\u00eancia de podrid\u00e3o branco (Stromatinia cepivora Berk. sin. Sclerotium cepivorum) \u00e9 considerado de alto risco. \u201cEsse fungo pode causar danos em todas as fases de crescimento da planta e seu desenvolvimento \u00e9 favorecido por temperaturas de 10 a 20\u00b0C\u201d, explica Braga. Ele enfatiza que o pat\u00f3geno pode sobreviver por longos per\u00edodos de tempo no solo e que n\u00e3o h\u00e1 medidas eficazes para o controle da doen\u00e7a. Ou seja, a sua ocorr\u00eancia em locais de cultivo pode inviabilizar a produ\u00e7\u00e3o do alho.<\/span><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"15\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<h3><strong><span dir=\"auto\">Consulta ao Zarc<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><span dir=\"auto\">O zoneamento agr\u00edcola de risco clim\u00e1tico contempla: coleta de dados fitot\u00e9cnicos da cultura em diversos sistemas de cultivo, dados clim\u00e1ticos e de solos, modelagem, processamento e valida\u00e7\u00e3o dos dados, sendo necess\u00e1ria uma equipe multidisciplinar para embasar o resultado.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Os dados de plantio estipulados para o cultivo de alho nobre no Zarc devem ser seguidos pelos produtores que desejam acessar o Programa de Garantia da Atividade Agropecu\u00e1ria (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Proagro<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0) e o Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Seguro Rural (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">PSR<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0). \u201cA fun\u00e7\u00e3o do zoneamento n\u00e3o \u00e9 colocar entraves aos produtores, mas sim oferecer a eles a garantia de obten\u00e7\u00e3o do valor seguro\u201d, analisa Braga.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">Os resultados do Zarc do alho foram disponibilizados pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento no\u00a0\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Painel de Indicadores<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0, nas\u00a0\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">portarias por estado<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0\u00a0e no aplicativo\u00a0\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Zarc Plantio Certo<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0\u00a0(Android e IOS).<\/span><\/p>\n<h3><strong><span dir=\"auto\">Parcerias<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><span dir=\"auto\">O desenvolvimento do Zarc do alho contorno com uma equipe multidisciplinar formada por especialistas da Embrapa Hortali\u00e7as,\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Embrapa Agricultura Digital<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0(SP), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">UESB<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0) e da Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria e Extens\u00e3o Rural de Santa Catarina\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">(Epagri<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0). Tamb\u00e9m participaram t\u00e9cnicos e representantes da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Produtores de Alho (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Anapa<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0), da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Produtores de Alho (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Agapa<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0), da Associa\u00e7\u00e3o Mineira dos Produtores de Alho (\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Amipa<\/span><span dir=\"auto\">\u00a0) e da\u00a0<\/span><span dir=\"auto\">Wehrmann Agr\u00edcola<\/span><\/p>\n<h3><strong><span dir=\"auto\">A pr\u00f3xima hortali\u00e7a no Zarc<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><span dir=\"auto\">Embora o zoneamento tenha sido consolidado h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas para culturas como milho e soja, o trabalho com hortali\u00e7as \u00e9 mais recente, em fun\u00e7\u00e3o da complexidade dos diferentes sistemas de produ\u00e7\u00e3o utilizados. &#8220;A agricultura \u00e9 uma atividade econ\u00f4mica que depende muito do clima. Al\u00e9m disso, hortali\u00e7as s\u00e3o suscet\u00edveis a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas que, por exemplo, geram um patamar de perdas maior do que em gr\u00e3os&#8221;, contextualiza o pesquisador.<\/span><\/p>\n<p><span dir=\"auto\">\u201cO zoneamento \u00e9 din\u00e2mico e pode ser revisto, por exemplo, devido a uma nova tecnologia disponibilizada para a cadeia produtiva em quest\u00e3o\u201d, finaliza Braga. De acordo com ele, a Embrapa Hortali\u00e7as colabora h\u00e1 tr\u00eas anos com o Mapa para a realiza\u00e7\u00e3o do Zarc de culturas pr\u00e9-definidas pelo Minist\u00e9rio e que o pr\u00f3ximo zoneamento previsto, no bi\u00eanio de 2025\/2026, \u00e9 o do tomate para processamento industrial.<\/span><\/p>\n<p><strong><span class=\"autor negrito\"><span dir=\"auto\">Paula Rodrigues\u00a0<\/span><\/span><span class=\"codigo negrito\"><span dir=\"auto\">(MTB 61.403\/SP)<\/span><\/span><\/strong><br \/>\n<strong><span class=\"unidade\"><span dir=\"auto\">Embrapa Hortali\u00e7as<\/span><\/span><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O alho \u00e9 a mais nova hortali\u00e7a contemplada pelo Programa Nacional de Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico (Zarc). 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