{"id":3656,"date":"2025-05-06T14:42:44","date_gmt":"2025-05-06T17:42:44","guid":{"rendered":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=3656"},"modified":"2025-05-07T15:28:24","modified_gmt":"2025-05-07T18:28:24","slug":"armadilhas-sustentaveis-de-baixo-custo-podem-conter-ataque-da-principal-praga-da-bananeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=3656","title":{"rendered":"Armadilhas sustent\u00e1veis de baixo custo podem conter ataque da principal praga da bananeira"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Um inseto que mede cerca de 11 cm de comprimento por 5 cm de largura na idade adulta \u00e9 a principal praga da cultura da bananeira e dos pl\u00e1tanos (bananeiras tipo Terra) em todas as regi\u00f5es brasileiras, a broca-do-rizoma ou broca-da-bananeira \u2013 nos pl\u00e1tanos, as perdas podem chegar at\u00e9 80% da produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Ativo durante a noite e, por isso mesmo conhecido vulgarmente como moleque-da-bananeira, o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Cosmopolites sordidus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> passa o dia em ambientes \u00famidos e sombreados, junto \u00e0s touceiras e nos restos culturais espalhados pelo solo do bananal. \u201cEsse inseto tem h\u00e1bito noturno. Podemos dizer que ele tem vida livre, porque ele n\u00e3o fica confinado no rizoma da bananeira, aquela parte abaixo do solo e que \u00e9 o caule verdadeiro da planta. Ele se comporta ao contr\u00e1rio da forma larval, que se desenvolve no rizoma\u201d, explica a entomologista Marilene Fancelli, pesquisadora da Embrapa, que estuda o monitoramento do inseto h\u00e1 mais de 20 anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O ataque severo \u00e0s plantas acontece justamente na fase da larva, afetando a emiss\u00e3o de ra\u00edzes, prejudicando a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e nutrientes, debilitando as plantas e as tornando mais sens\u00edveis ao tombamento \u2013 problema acentuado nos pl\u00e1tanos em decorr\u00eancia do maior porte \u2013 e \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o de micro-organismos patog\u00eanicos, capazes de produzir doen\u00e7as infecciosas em seus hospedeiros nas condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis a sua sobreviv\u00eancia e desenvolvimento.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Monitoramento via armadilhas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Para enfrentar o moleque-da-bananeira, a solu\u00e7\u00e3o preconizada pela Embrapa vem de trabalhos de dom\u00ednio p\u00fablico com o incremento de uma nova possibilidade, sempre na linha do uso sustent\u00e1vel de recursos dispon\u00edveis nas propriedades rurais. \u201cUtilizamos um conhecimento que j\u00e1 vem de longa data, que \u00e9 o inseto adulto ser atra\u00eddo pelos odores da planta, que pode ser o pseudocaule ou o rizoma cortado. O inseto adulto vai sempre em busca de um novo hospedeiro para se desenvolver e iniciar o ciclo de infesta\u00e7\u00e3o. Com base nessa informa\u00e7\u00e3o, foram desenvolvidas as armadilhas para monitoramento do inseto adulto e toda a din\u00e2mica em termos de monitoramento populacional foi feita com base no n\u00famero de insetos encontrados nas armadilhas\u201d, conta Marilene.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Para fins de pesquisa, convencionou-se que, pelo potencial de dano que o inseto pode causar, o n\u00edvel de controle varia de dois at\u00e9 cinco insetos por armadilha, sendo o m\u00e1ximo de cinco em caso de bananais mais velhos. As armadilhas de monitoramento mais conhecidas s\u00e3o do tipo queijo e telha, que t\u00eam esses nomes devido ao formato, mas avalia\u00e7\u00f5es realizadas pela Embrapa desde 2015 em cultivo de pl\u00e1tanos na regi\u00e3o baixo-sul da Bahia demonstram a superioridade de uma outra armadilha, em formato de cunha, que contribuiu com 40% dos insetos capturados na \u00e1rea, sendo que os outros dois tipos capturaram 30% cada. Os resultados foram publicados no Comunicado T\u00e9cnico 166, tendo como autores Juliana Silva Queiroz, \u00e0 \u00e9poca bolsista da Embrapa Mandioca e Fruticultura, os pesquisadores Marilene Fancelli, Maur\u00edcio Antonio Coelho Filho e Carlos Alberto da Silva Ledo e C\u00e9sar Guill\u00e9n S\u00e1nchez, professor da Universidade de Costa Rica, \u00e0 \u00e9poca pesquisador da Corporaci\u00f3n Bananera Nacional (Corbana).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Tipos de armadilha<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A armadilha tipo telha \u00e9 confeccionada com o pseudocaule da bananeira, que \u00e9 a parte que fica acima do n\u00edvel do solo e \u00e9 cortada com cerca de 60 cent\u00edmetros de altura. Partindo esse caule longitudinalmente s\u00e3o obtidas duas armadilhas. \u201cQuando esse material \u00e9 colhido, a parte cortada fica no solo. Inverte-se ela no solo e o inseto vai ser atra\u00eddo pela armadilha e fica naquela parte cortada em contato com os odores da bananeira\u201d, explica Marilene. \u00c9 importante saber que as armadilhas s\u00e3o feitas com bananas j\u00e1 colhidas. Elas t\u00eam uma atratividade maior depois que atingem a fase de florescimento e ap\u00f3s a colheita tamb\u00e9m, ent\u00e3o a atratividade desse material \u00e9 maior para o inseto. \u00c9 recomendado o corte da parte mais basal da planta, que \u00e9 o material que \u00e9 mais \u00famido. Essas telhas t\u00eam que ficar na base da touceira do lado da bananeira que ainda n\u00e3o produziu o cacho, da\u00ed ela vai \u2018protegendo\u2019, digamos assim\u201d, continua.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_3657\" aria-describedby=\"caption-attachment-3657\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-3657 size-large\" src=\"https:\/\/portalmaisagro.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Moleque_bananeira_AlessandraVale-1024x576.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/portalmaisagro.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Moleque_bananeira_AlessandraVale-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/portalmaisagro.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Moleque_bananeira_AlessandraVale-300x169.jpg 300w, https:\/\/portalmaisagro.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Moleque_bananeira_AlessandraVale-768x432.jpg 768w, https:\/\/portalmaisagro.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Moleque_bananeira_AlessandraVale-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/portalmaisagro.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Moleque_bananeira_AlessandraVale-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3657\" class=\"wp-caption-text\">Ativo durante \u00e0 noite, por isso mesmo conhecido vulgarmente como moleque-da-bananeira. Foto: Alessandra Vale<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">De acordo com dados da literatura, a armadilha tipo queijo \u00e9 cerca de dez vezes mais atrativa do que a armadilha do tipo telha e deve ser feita at\u00e9 15 dias ap\u00f3s a colheita para que possa conservar a umidade adequada para atrair os insetos adultos. A pesquisadora descreve o processo: \u201cFaz-se um corte bem baixo no n\u00edvel do rizoma, a cerca de 15 cent\u00edmetros de altura. \u00c9 um corte parcial de forma que se mantenha ainda o peda\u00e7o do pseudocaule unido \u00e0 parte de baixo do rizoma. Ele vai abrir como se fosse uma boca, deixando uns 10% de \u00e1rea ainda sem cortar. Dessa forma, pode-se at\u00e9 colocar um apoio para favorecer a libera\u00e7\u00e3o dos vol\u00e1teis\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">J\u00e1 a armadilha sandu\u00edche \u00e9 produzida colocando as duas partes obtidas pelo corte do pseudocaule uma em cima da outra na posi\u00e7\u00e3o horizontal na base da touceira da banana. \u201cFica, ent\u00e3o, uma telha embaixo e outra em cima. Os insetos atra\u00eddos v\u00e3o ficar entre uma fatia e outra\u201d, conta Marilene.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A armadilha tipo cunha \u00e9 adaptada de uma vers\u00e3o desenvolvida na Costa Rica e considerada pela equipe da Embrapa a mais eficiente para monitoramento populacional e controle da broca-do-rizoma. O entomologista C\u00e9sar Guill\u00e9n S\u00e1nchez utiliza as armadilhas como m\u00e9todo de amostragem de forma eficaz na Costa Rica para determinar as popula\u00e7\u00f5es de insetos e determinar se \u00e9 ou n\u00e3o necess\u00e1rio realizar alternativas de controle. \u201cAvaliei essas armadilhas principalmente para bananas Cavendish e Gros Michel. No caso de pl\u00e1tanos \u00e9 um pouco diferente, pois nem sempre h\u00e1 muita disponibilidade de plantas rec\u00e9m-colhidas para fazer as armadilhas. Neste caso, utilizo as plantas rec\u00e9m-colhidas que est\u00e3o presentes e completo as restantes com outros tipos de armadilhas, que tamb\u00e9m s\u00e3o eficientes quando n\u00e3o h\u00e1 material suficiente dispon\u00edvel\u201d, comenta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A armadilha cunha deve ser confeccionada com plantas colhidas em at\u00e9 no m\u00e1ximo 15 dias. Inicialmente o pseudocaule deve ser rebaixado a uma altura de 50 cm e, em seguida, dois cortes s\u00e3o feitos no pseudocaule a aproximadamente 15 cm acima do solo no formato de V horizontal. O corte superior deve formar um \u00e2ngulo de 45\u00b0 graus em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie de corte inferior, paralela ao n\u00edvel do solo. \u201cComo ela fica com mais \u00e1rea de exposi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao rizoma, ela conseguiu atrair mais insetos do que as outras armadilhas que testamos\u201d, relata.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Outra vantagem da armadilha tipo cunha \u00e9 que ela pode ser usada em sistema org\u00e2nico de produ\u00e7\u00e3o, associada ou n\u00e3o ao controle biol\u00f3gico com <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Beauveria bassiana<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">, um fungo entomopatog\u00eanico, ou seja, que pode parasitar insetos, matando-os ou incapacitando-os.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O engenheir\u013aagr\u00f4nomo Tiago Struiving, consultor de grandes fazendas produtoras de banana no Norte de Minas Gerais, \u00e9 um dos adeptos da armadilha tipo cunha j\u00e1 h\u00e1 v\u00e1rios anos. \u201cPara monitoramento, normalmente confeccionamos um n\u00famero reduzido de iscas, 30 a 50 por hectare. Quando \u00e9 para efeito de controle, fazemos o m\u00e1ximo poss\u00edvel de iscas na \u00e1rea para poder baixar a popula\u00e7\u00e3o do inseto\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Para Tiago, as principais vantagens s\u00e3o a praticidade e a longevidade da armadilha: \u201cNo dia a dia, ela \u00e9 mais pr\u00e1tica de se fazer do que as tipos queijo e tipo telha e aparentemente a cunha tem um per\u00edodo de atratividade maior. Na tipo telha, rapidamente o pseudocaule ali cortado acaba desidratando e perdendo a atratividade. Normalmente, eu sempre oriento fazer o corte, a cunha propriamente dita, para o lado da linha sequeira porque, quando o tronco do pseudocaule murchar, j\u00e1 n\u00e3o vai mais ter efici\u00eancia como isca. A\u00ed, simplesmente o colaborador empurra o pseudocaule para a linha molhada, facilitando a pr\u00f3xima opera\u00e7\u00e3o que \u00e9 rebaixar o pseudocaule para que possa decompor mais rapidamente\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Fases de desenvolvimento do inseto<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">O <\/span><i><span style=\"font-weight: 400\">Cosmopolites sordidus<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\"> apresenta quatro fases de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. As f\u00eameas colocam os ovos isoladamente em pequenos orif\u00edcios abertos na periferia do rizoma, pr\u00f3ximo ao n\u00edvel do solo. Tr\u00eas a quatro dias depois, nascem as larvas que iniciam a constru\u00e7\u00e3o de galerias tanto na parte interna como na periferia do rizoma, alimentando-se do tecido dos rizomas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">A fase larval dura entre 30 dias a 45 dias e \u00e9 bastante severa para a planta que, em geral, apresenta desenvolvimento reduzido, amarelecimento das folhas e posterior secamento, falta de frutifica\u00e7\u00e3o e, sobretudo em plantas jovens, morte da gema apical, que geraria o crescimento vertical da planta. Ao final desse tempo, \u00e9 formada a pupa, que se localiza na periferia do rizoma mas n\u00e3o se alimenta mais. A fase pupal dura cerca de sete dias, sendo que ap\u00f3s esse per\u00edodo, emerge o adulto, um besouro de cor preta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Como realizar o monitoramento<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"font-weight: 400\">Para realizar o monitoramento, o produtor deve distribuir 20 armadilhas na sua \u00e1rea e voltar aos locais uma semana e duas semanas ap\u00f3s a distribui\u00e7\u00e3o das armadilhas, fazer a contagem do n\u00famero de insetos encontrados em cada armadilha e somar todos que ele encontrou e dividir pelo n\u00famero de armadilhas. \u201cA\u00ed ele tem uma m\u00e9dia populacional na primeira avalia\u00e7\u00e3o e na segunda avalia\u00e7\u00e3o. Ele calcula a m\u00e9dia dessas duas avalia\u00e7\u00f5es e tem a m\u00e9dia populacional no bananal, no lote ou no talh\u00e3o avaliado. Se a m\u00e9dia for superior a cinco adultos ele j\u00e1 est\u00e1 perdendo, j\u00e1 est\u00e1 tendo preju\u00edzos, ent\u00e3o ele precisa iniciar o controle\u201d, orienta Marilene.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um inseto que mede cerca de 11 cm de comprimento por 5 cm de largura na idade adulta \u00e9 a principal praga da cultura da bananeira e dos pl\u00e1tanos (bananeiras tipo Terra) em todas as regi\u00f5es brasileiras, a broca-do-rizoma ou broca-da-bananeira \u2013 nos pl\u00e1tanos, as perdas podem chegar at\u00e9 80%&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":3658,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[108],"tags":[],"class_list":["post-3656","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-banana"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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