{"id":3239,"date":"2024-10-01T09:38:04","date_gmt":"2024-10-01T12:38:04","guid":{"rendered":"https:\/\/agronegociobrasileiro.agr.br\/portal\/?p=3239"},"modified":"2024-10-01T18:17:34","modified_gmt":"2024-10-01T21:17:34","slug":"vinho-legal-o-brasil-contra-produtos-ilegais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalmaisagro.com\/?p=3239","title":{"rendered":"&#8220;Vinho Legal&#8221;: o Brasil contra produtos ilegais"},"content":{"rendered":"<div data-olk-copy-source=\"MessageBody\">A C\u00e2mara Setorial de Viticultura, Vinhos e Derivados, em parceria com diversas entidades setoriais, lan\u00e7a nesta quarta-feira (2), na ProWine S\u00e3o Paulo, um movimento nacional para conscientizar o consumidor sobre a import\u00e2ncia de adquirir produtos de proced\u00eancia garantida e os perigos do consumo de vinhos ilegais. Motivado pelo crescente n\u00famero de apreens\u00f5es no Brasil e pela prolifera\u00e7\u00e3o de produtos sem comprova\u00e7\u00e3o de origem nas redes sociais, o Instituto de Gest\u00e3o, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS) est\u00e1 engajado na iniciativa, que tem como slogan\u00a0<strong>\u201cInvista na sua sa\u00fade, beba vinho legal\u201d<\/strong>.<\/div>\n<div data-olk-copy-source=\"MessageBody\">\n<div data-olk-copy-source=\"MessageBody\">&#8220;O mercado ilegal de vinhos traz preju\u00edzos significativos \u00e0 economia, devido \u00e0 concorr\u00eancia desleal e \u00e0 evas\u00e3o fiscal, al\u00e9m de representar s\u00e9rios riscos \u00e0 sa\u00fade do consumidor&#8221;, explica Luciano Rebellatto, presidente do Consevitis-RS.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>Nos \u00faltimos anos, o Brasil tem registrado um aumento alarmante nas apreens\u00f5es de vinhos ilegais.\u00a0<strong>Em 2018<\/strong>, foram confiscadas\u00a0<strong>45.805 garrafas<\/strong>, avaliadas em\u00a0<strong>R$ 4,1 milh\u00f5es<\/strong>. Esse n\u00famero subiu para\u00a0<strong>627.961 garrafas em 2023<\/strong>, com um valor estimado de\u00a0<strong>R$ 59,65 milh\u00f5es<\/strong>, demonstrando a magnitude do problema. Os dados s\u00e3o da Receita Federal.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>Enquanto o\u00a0<strong>descaminho<\/strong>\u00a0refere-se ao desvio de mercadorias para evitar tributa\u00e7\u00e3o, o\u00a0<strong>contrabando<\/strong>\u00a0envolve a importa\u00e7\u00e3o ou exporta\u00e7\u00e3o de mercadorias proibidas ou a evas\u00e3o de impostos, com penas que podem chegar a quatro anos de reclus\u00e3o. J\u00e1 a\u00a0<strong>falsifica\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0trata da adultera\u00e7\u00e3o de produtos para obten\u00e7\u00e3o de vantagens, sendo igualmente considerada crime.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<blockquote>\n<div>&#8220;O combate ao mercado ilegal de vinhos \u00e9 uma prioridade que vai al\u00e9m dos interesses econ\u00f4micos do setor vitivin\u00edcola. Trata-se de uma quest\u00e3o de responsabilidade social e de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade do consumidor. Precisamos conscientizar a popula\u00e7\u00e3o sobre os riscos associados ao consumo de vinhos de proced\u00eancia n\u00e3o garantida e incentivar uma cultura de valoriza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o legal, que segue as boas pr\u00e1ticas de elabora\u00e7\u00e3o de vinhos de qualidade. Com a uni\u00e3o das principais entidades do setor, estamos dando um passo importante para fortalecer a rastreabilidade e assegurar a autenticidade dos produtos que chegam \u00e0s mesas dos brasileiros\u201d, refor\u00e7a a presidente da C\u00e2mara Setorial de Viticultura, Vinhos e Derivados e do Sindvinho MG, Heloisa Bertoli.<\/div>\n<\/blockquote>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<h1><strong>Consequ\u00eancias econ\u00f4micas e riscos \u00e0 sa\u00fade<\/strong><\/h1>\n<div>As principais portas de entrada para esses produtos ilegais s\u00e3o as fronteiras secas na Regi\u00e3o Sul do pa\u00eds. A n\u00e3o arrecada\u00e7\u00e3o de impostos gera uma evas\u00e3o fiscal superior a R$ 1 bilh\u00e3o,\u00a0<strong>impactando negativamente a economia<\/strong>\u00a0e contribuindo para a\u00a0<strong>viol\u00eancia<\/strong>. \u201cO vinho ilegal traz uma carga criminal que tira a alegria do bom conv\u00edvio e brinda a viol\u00eancia e enche os bolsos dos criminosos. Seja uma pessoa consciente, brinde com vinho legal\u201d, ressalta Luciano Stremel Barros, presidente do Instituto de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social de Fronteiras (Idesf).<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>Al\u00e9m dos preju\u00edzos econ\u00f4micos, o consumo de vinhos ilegais pode representar s\u00e9rios<strong>\u00a0riscos \u00e0 sa\u00fade<\/strong>, j\u00e1 que esses produtos n\u00e3o passam por controle de qualidade ou an\u00e1lises do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa). A doutora em biotecnologia Fernanda Spinelli ressalta que a falsifica\u00e7\u00e3o, a adultera\u00e7\u00e3o e o descaminho de vinhos s\u00e3o respons\u00e1veis por uma concorr\u00eancia desleal frente aos produtores e importadores nacionais. Esses produtos muitas vezes n\u00e3o atendem aos padr\u00f5es de identidade, qualidade e seguran\u00e7a exigidos pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira, gerando potenciais riscos \u00e0 sa\u00fade dos consumidores.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>Conforme Fernanda, vinhos de descaminho n\u00e3o s\u00e3o inspecionados nem regulamentados, o que significa que n\u00e3o h\u00e1 garantia de qualidade e seguran\u00e7a no consumo. \u201cEsses produtos podem conter ingredientes t\u00f3xicos e subst\u00e2ncias nocivas \u00e0 sa\u00fade\u201d, enfatiza a pesquisadora.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<h2><strong>Impactos na qualidade<\/strong><\/h2>\n<div>Segundo Fernanda, al\u00e9m dos danos \u00e0 sa\u00fade, a falta de controle na conserva\u00e7\u00e3o e transporte de vinhos ilegais pode causar varia\u00e7\u00f5es f\u00edsico-qu\u00edmicas e sensoriais, como a oxida\u00e7\u00e3o. Estas altera\u00e7\u00f5es podem ser detectadas por an\u00e1lises laboratoriais comparando com vinhos genu\u00ednos, e at\u00e9 mesmo serem percept\u00edveis sensorialmente por consumidores treinados. O uso de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas, aditivos e coadjuvantes de elabora\u00e7\u00e3o em doses superiores \u00e0s recomendadas, ou n\u00e3o recomendadas para consumo humano, tamb\u00e9m \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o quanto aos vinhos adulterados\/falsificados.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<h3><strong>Como detectar a fraude?<\/strong><\/h3>\n<div>Produtos estrangeiros devem conter, entre outras informa\u00e7\u00f5es, o\u00a0<strong>contrarr\u00f3tulo em portugu\u00eas<\/strong>, conforme lei federal, o\u00a0<strong>n\u00famero do registro do Minist\u00e9rio da Agricultura<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>dados do importador e exportador<\/strong>. Se o vinho tiver contrarr\u00f3tulo em l\u00edngua estrangeira, n\u00e3o foi importado legalmente. Analiticamente, m\u00e9todos como cromatografia l\u00edquida e gasosa, an\u00e1lise de is\u00f3topos est\u00e1veis e resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear s\u00e3o usados para detec\u00e7\u00e3o de fraudes.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>Adultera\u00e7\u00f5es como a adi\u00e7\u00e3o de fermentados de outras frutas, a\u00e7\u00facar ou \u00e1gua ex\u00f3gena n\u00e3o geram riscos \u00e0 sa\u00fade, mas enganam o consumidor sobre a composi\u00e7\u00e3o do produto. Este tipo de adultera\u00e7\u00e3o \u00e9 detectado por m\u00e9todos anal\u00edticos oficiais do Mapa e da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>\u201cA rastreabilidade do vinho \u00e9 essencial para garantir a autenticidade e qualidade dos produtos. A autenticidade do vinho tem sido extensamente investigada, pois \u00e9 um produto facilmente adulter\u00e1vel devido \u00e0 sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e disponibilidade mundial. Pesquisas anal\u00edticas cont\u00ednuas e controles respons\u00e1veis s\u00e3o necess\u00e1rios para garantir a qualidade dos vinhos\u201d, afirma Fernanda.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<h4><strong>Como denunciar<\/strong><\/h4>\n<div>Caso encontre produtos ilegais sendo comercializados, o consumidor pode fazer uma den\u00fancia ao Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), respons\u00e1vel pelo controle de bebidas em n\u00edvel nacional. As den\u00fancias podem ser feitas por meio da Ouvidoria do Mapa ou em qualquer uma de suas superintend\u00eancias regionais. Al\u00e9m disso, \u00e9 poss\u00edvel denunciar em uma unidade da Receita Federal, que tem a atribui\u00e7\u00e3o legal de aplicar penalidades, como o perdimento, para mercadorias que entraram irregularmente no pa\u00eds. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel registrar den\u00fancias por meio do Fala.br,\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/falabr.cgu.gov.br\/web\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-auth=\"NotApplicable\" data-linkindex=\"0\">neste link<\/a><\/strong>.<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div><strong>Apreens\u00e3o de vinhos no Brasil:<\/strong><\/div>\n<div><strong>2018:<\/strong>\u00a045.805 garrafas, R$ 4,1 milh\u00f5es<\/div>\n<div><strong>2019:<\/strong>\u00a087.575 garrafas, R$ 7,8 milh\u00f5es<\/div>\n<div><strong>2020:<\/strong>\u00a0280.044 garrafas, R$ 24,96 milh\u00f5es<\/div>\n<div><strong>2021:<\/strong>\u00a0595.239 garrafas, R$ 62,1 milh\u00f5es<\/div>\n<div><strong>2022:<\/strong>\u00a0602.169** garrafas, R$ 57,2 milh\u00f5es<\/div>\n<div><strong>2023:<\/strong>\u00a0627.961** garrafas, R$ 59,65 milh\u00f5es<\/div>\n<div aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div>** Proporcional \u00e0 m\u00e9dia de valor por garrafa apreendida nos \u00faltimos tr\u00eas anos.<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara Setorial de Viticultura, Vinhos e Derivados, em parceria com diversas entidades setoriais, lan\u00e7a nesta quarta-feira (2), na ProWine S\u00e3o Paulo, um movimento nacional para conscientizar o consumidor sobre a import\u00e2ncia de adquirir produtos de proced\u00eancia garantida e os perigos do consumo de vinhos ilegais. 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